Quando a tinta não correr ou eu deixar de escrever.
Porque o fôlego me abandonou.
Certamente terei morrido.
A Musa terá fechado a capa do livro
onde a minha palavra vivia.
O meu coração vibrava.
A respiração se ouvia,
alvoroçada!
Sempre que a mão me ansiava
construir uma simples rima,
tecer outra trama inventada.